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A inteligência artificial democratizou a criação, mas criou um novo problema: a padronização. Descubra como usar a tecnologia para ser único, não genérico.

Há dois anos, diziam que a IA acabaria com os designers, redatores e videographers. Hoje, vemos o oposto: nunca houve tanta demanda por criatividade autêntica.

Por que? Porque quando todo mundo tem acesso à mesma ferramenta que cria “o post perfeito em 5 segundos”, a perfeição se torna uma commodity. Ela perde valor.

Na Anserk, não vemos a IA como uma substituta, mas como um exoesqueleto. Ela nos dá força, mas quem decide onde socar somos nós.

1. A Armadilha do “Médio”

O maior perigo da IA não é criar coisas ruins. É criar coisas médias. Textos sem alma, imagens com “cara de banco de imagens”, vídeos genéricos. O algoritmo é treinado na média da internet. Se você deixar ele pilotar sozinho, sua marca será apenas… média.

2. O Valor da Imperfeição (O Toque Glitch)

É aqui que entra a nossa filosofia. O que torna algo humano é a falha, a surpresa, a quebra de padrão.

  • A IA busca a simetria perfeita.
  • Nós buscamos o ângulo inusitado.
  • A IA segue as regras de gramática visual.
  • Nós quebramos as regras para gerar impacto.

O estilo “Glitch” que usamos na Anserk é uma metáfora para isso: a beleza no erro do sistema.

3. A Era do “Ciborgue Criativo”

O profissional do futuro não é aquele que rejeita a tecnologia, nem aquele que apenas aperta um botão. É o híbrido.

Usamos automação para eliminar o trabalho braçal (redimensionar imagens, legendar vídeos, organizar dados) para que sobre tempo para o que realmente importa: Estratégia e Conceito.

Conclusão

Não tenha medo da ferramenta. Tenha medo de não ter uma visão própria. Se sua marca tem uma identidade forte, a IA é um amplificador. Se sua marca não tem personalidade, a IA só vai amplificar o seu silêncio.

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